
O caso de Vildete Ferreira da Silva Guardia, 74 anos, levanta questões profundas sobre equidade e proporcionalidade no sistema de justiça brasileiro. Idosa e debilitada, cumpre pena mais longa que a de políticos poderosos que desviaram recursos públicos bilionários, enquanto sua saúde se deteriora a cada dia no Presídio Feminino de Santana/SP.

Vildete Guardia, diagnosticada com trombose, com mobilidade reduzida e perda extrema de peso, teve sua prisão domiciliar revogada após suposto descumprimento da tornozeleira eletrônica e retornou ao regime fechado. O rigor com que a pena foi aplicada contrasta fortemente com a flexibilidade que líderes políticos ou organizados do crime muitas vezes conseguem judicialmente, seja por serem réus primários ou pelas especificidades da dosimetria penal.

Atualmente, Vildete cumpre pena por acusações de golpe de estado, associação criminosa armada e outros crimes, conforme sentença do Supremo Tribunal Federal (STF), com o Ministro Alexandre de Moraes como relator. Ela divide cela com presas comuns, enfrentando condições que agravam seu estado de saúde.
Enquanto Vildete Guardia enfrenta quase 12 anos de prisão, criminosos com maior impacto econômico recebem penas menores ou benefícios, como prisão domiciliar. Para ilustrar:
| Indivíduo / Crime | Idade / Saúde | Pena aplicada |
| Vildete Guardia | 74 anos, trombose, mobilidade reduzida | 11 anos e 11 meses, regime fechado |
| Paulo Maluf ( lavagem dinheiro) | 85 anos, problemas de saúde | 7 anos, 9 meses e 10 dias, regime fechado |
| Fernando Collor (corrupção e lavagem) | 75 anos, doenças crônicas | 8 anos e 10 meses, prisão domiciliar |
Essa discrepância evidencia uma distorsão institucional, colocando uma idosa frágil em situação mais severa que a de criminosos poderosos.
Não tem como não levantar esses questionamentos :
Onde estão as provas de que esta idosa usou arma ?
Onde estão os vídeos que mostram Vildete depredando o patrimônio público ?
O episódio evidencia que a justiça penal, quando aplicada a indivíduos frágeis e idosos, pode ultrapassar os limites da razoabilidade, enquanto réus influentes desfrutam de benefícios.
O caso de Vildete Guardia expõe a necessidade urgente de revisão e reflexão sobre a individualização da pena, considerando idade, saúde e vulnerabilidade. Até que ponto a justiça brasileira respeita princípios de equidade quando uma idosa fragilizada cumpre pena mais severa do que criminosos com maior poder econômico e político?
Infelizmente, a injustiça praticada por uma instituição que deveria protegê-la, o STF, nos leva a um estado de perplexidade, exigindo urgentemente um novo rumo e o afastamento da pessoa que tem provocado desequilíbrio institucional: o Ministro Alexandre de Moraes.
A decisão do ministro, ao manter Vildete encarcerada mesmo com seu quadro de saúde crítico, pode ser interpretada como um ato de perseguição política contra cidadãos que apoiaram o ex-presidente Bolsonaro, tornando a pena aplicada mais do que uma punição legal: uma demonstração de seletividade e abuso de poder dentro do sistema judicial.
Fora Alexandre de Moraes. Anistia já.
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