
No dia 29 de julho de 2025, circulou em um grupo de WhatsApp — especificamente no grupo “Socorro Independente” — um vídeo em que o Secretário Adjunto de Serviços Urbanos, conhecido como Pastor Diogo, aparecia supostamente fazendo críticas diretas ao governo do atual governador de Sergipe, Fábio Mitidieri, utilizando a expressão de que o governo seria “fraco”. Com base nesse material, realizei a publicação do referido vídeo em minha rede social pessoal, no Instagram, reproduzindo a fala da forma como ali se apresentava.
No entanto, no dia seguinte, 30 de julho, fui surpreendido por um vídeo gravado e publicado pelo próprio Pastor Diogo, tanto nas redes sociais quanto no mesmo grupo de WhatsApp. No vídeo, ele rebateu veementemente o conteúdo da gravação e me dirigiu palavras duras, como “filho do cão”, “mentiroso”, “sujo” e “caluniador”, alegando não ter feito tal afirmação sobre o governador, mas apenas questionado ao entrevistado Igor Trindade se, na opinião dele, o governo seria fraco e teria apenas um projeto.
Diante dos acontecimentos, e prezando pela verdade dos fatos — valor que sempre defendi ao longo da minha vida como cidadão socorrense e como Coronel da reserva remunerada da Polícia Militar do Estado de Sergipe — fui revisar cuidadosamente o conteúdo completo da entrevista publicada no podcast “Café com Notícias”.
Após diversas análises e escutas atentas, constatei que, de fato, a declaração sobre o governo ser “fraco” e possuir “apenas um projeto” foi feita pelo entrevistado Igor Trindade, jornalista, e não diretamente por Pastor Diogo. A fala do Secretário Adjunto aparece de forma truncada e com pouca clareza auditiva, o que contribuiu para um mal-entendido.
Assim sendo, venho a público informar que estou retirando de minha rede social o vídeo publicado no dia 29 de julho e, na mesma plataforma, republicando o conteúdo da entrevista com a devida contextualização, preservando a veracidade dos fatos.
Mais importante, venho, de forma sincera e pública, pedir desculpas ao Pastor Diogo pela publicação de um video que encontrei no grupo de whatssap já citado. Reitero que não houve qualquer intenção de calúnia, difamação ou ataque pessoal.
Por fim, gostaria também de registrar que as palavras dirigidas a mim no vídeo-resposta foram extremamente duras e pejorativas. Vivemos tempos difíceis, marcados por intolerância, violência verbal e física, especialmente por divergências políticas, sociais e religiosas. Por isso, acredito que todos nós, enquanto agentes públicos e cidadãos, devemos contribuir para um ambiente de respeito mútuo, diálogo e civilidade.
Espero que esse gesto de reconhecimento e desculpas possa também inspirar uma reflexão recíproca e atitudes conciliadoras.

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