AUMENTO NO VALOR DAS BANCAS DE FEIRA EM NOSSA SENHORA DO SOCORRO/SE GERA INSATISFAÇÃO ENTRE FEIRANTES

Na matéria publicada no Blog do Coronel Pontual no dia 21 de junho de 2024, foi abordado o valor unitário de R$ 18,00 cobrado por banca aos feirantes do município de Nossa Senhora do Socorro/SE. À época, destacamos que, ao longo de sete anos e seis meses da administração do então prefeito Padre Inaldo, a arrecadação total chegou à expressiva marca de R$ 14.350.640,00.

Mesmo com a alta receita, o cenário encontrado nas feiras livres era de abandono: bancas velhas, sujas, enferrujadas e em condições precárias, além da ausência de banheiros químicos e da falta de segurança, já que a Guarda Municipal não se fazia presente nos locais.

Outro ponto levantado na ocasião foi a falta de transparência na destinação dos valores arrecadados: quanto realmente ficou nos cofres da Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro e quanto foi repassado à empresa responsável pelo fornecimento das bancas.

Com a chegada da gestão do atual prefeito Samuel Carvalho, que se autointitula “o governo da mudança”, a expectativa era de melhorias significativas. No entanto, os problemas antigos permanecem: as bancas continuam em péssimas condições, não há banheiros químicos e a segurança dos feirantes e consumidores segue negligenciada.

A única mudança sentida pelos feirantes, até agora, foi no valor cobrado. O preço por banca passou de R$ 18,00 para R$ 25,00, um aumento de cerca de 40%. Com essa atualização, a Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro deve arrecadar cerca de R$ 20 milhões nos próximos anos, considerando a manutenção da cobrança nas feiras livres do município.

RECIBO DO PAGAMENTO DA BANCA ENTREGUE PELA EMPRESA QUE ADMINISTRA A FEIRA

O aumento tem gerado insatisfação entre os feirantes, que reclamam da falta de investimentos na melhoria da infraestrutura e dos serviços básicos oferecidos nos espaços de comercialização. A população também cobra mais transparência na aplicação dos recursos e melhores condições para quem movimenta a economia local. Além disso, os feirantes denunciam que a empresa responsável pela cobrança está emitindo recibos sem assinatura legível de quem os recebe, sem a identificação do nome do feirante que efetuou o pagamento e sem qualquer numeração, o que compromete a transparência e a segurança do processo.

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