
O servidor público efetivo e 2º tesoureiro do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Nossa Senhora do Socorro (SINDSOCORRO), Welington Aragão, vem denunciando em suas redes sociais que está sendo alvo de perseguição política por parte do atual Secretário de Mobilidade Urbana e Superintendente de Trânsito e Transporte (SMTT) do município, o vereador licenciado Alan Mota.

Segundo o servidor, a perseguição teria se intensificado após sua participação no ato público promovido pelo SindSocorro no dia 17 de junho de 2025, em frente à sede da SMTT/Socorro, com o objetivo de reivindicar o reajuste salarial dos servidores municipais e do piso do magistério, conforme garantido por lei federal.
Welington afirma que 08(oito) dias após o protesto, foi arbitrariamente removido de sua função administrativa que exercia há mais de dez anos na sede da SMTT e transferido para um galpão alugado de um primo do próprio superintendente Alan Mota, sob a justificativa de “tomar conta de materiais”. Contudo, o servidor denuncia que essa nova função não consta no quadro organizacional do órgão e que o local o deixa ocioso, sem atividades definidas, configurando assédio institucional e retaliação.
O servidor é conhecido por sua atuação nas redes sociais, onde tem feito constantes denúncias de práticas como assédio institucional, nepotismo, tráfico de influência, inchaço da máquina pública com cargos comissionados de salários elevados. Ele também critica a postura da atual gestão municipal, que segundo ele, desvaloriza os servidores concursados enquanto beneficia aliados políticos com cargos comissionados e gratificações que chegam a 200% do salário-base.
Desde que assumiu a pasta, o secretário Alan Mota já foi alvo de denúncias envolvendo nepotismo, aluguel de imóveis supostamente desnecessários para familiares e uso político da estrutura administrativa da SMTT. As denúncias apontam para um padrão de favorecimento a pessoas próximas e perseguição a servidores que se opõem ou que participam de atos sindicais legítimos.
Para Welington Aragão, tais medidas representam uma tentativa clara de intimidação e silenciamento da luta sindical, e contrariam os princípios constitucionais da impessoalidade, moralidade e legalidade na administração pública.
Até o momento, a Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro e o secretário Alan Mota não se pronunciaram oficialmente sobre as acusações.
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