“MUDAM OS ‘PAIS’, MAS O SISTEMA É O MESMO EM NOSSA SENHORA DO SOCORRO/SE”

Durante o pleito eleitoral de 2024, um grupo de pessoas experientes na política socorrense , entre elas Henrique Aragão, Hilário, Coronel Pontual, entre outros — comentava com frequência que os grupos políticos do Padre Inaldo e de Samuel Carvalho estavam, na prática, “juntos e misturados”.

Tal percepção surgiu diante de fatos bastante evidentes. A maioria das lideranças que antes veneravam e chamavam o Padre Inaldo de “pai” migrou de forma repentina para o apoio a Samuel Carvalho. O mesmo movimento foi observado entre diversos assessores ligados ao Governo do Estado, que também passaram a apoiar o então candidato.

Esses comentários ganharam ainda mais força quando o Padre Inaldo decidiu lançar sua própria esposa como candidata à Prefeitura, mesmo diante do conhecimento de que a legislação eleitoral vedava tal candidatura.

Encerrado o período de campanha eleitoral, no qual Padre Inaldo e Samuel Carvalho simulavam uma postura de oposição — as “pazes” foram feitas de forma escancarada. O prefeito Samuel Carvalho passou a nomear, em sua gestão, diversas pessoas que já haviam ocupado cargos de destaque na administração do Padre Inaldo. Entre os nomes estão Tininho, Tonho da Caixa, Luiz Carlos, Mônica Menezes, além de outros servidores que possuíam cargos comissionados na gestão anterior e que permaneceram ou foram posteriormente reconduzidos.

Por sua vez, o Padre Inaldo adotou um silêncio absoluto. Passado mais de um ano de uma gestão amplamente criticada por sua ineficiência, nenhuma crítica foi feita pelo ex-prefeito à administração de Samuel Carvalho.

Enquanto esse jogo de compadrio segue em curso, o prefeito Samuel Carvalho também deixou para trás a promessa de realizar uma auditoria nas contas públicas da gestão anterior, com a divulgação transparente da realidade ao povo socorrense. Pelo contrário, sua gestão tem negado aos cidadãos o acesso a informações relativas a contratos firmados durante o governo do Padre Inaldo.

Um exemplo claro dessa postura ocorreu quando o Coronel Pontual solicitou, com base na Lei de Acesso à Informação, esclarecimentos sobre os gastos superiores a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) referentes ao contrato do Hospital de Campanha. Até o presente momento, nenhuma resposta foi fornecida, tornando necessária a provocação do Ministério Público para a devida apuração dos fatos.

Aqueles que antes chamavam Fábio Henrique, o Padre Inaldo, de “pai”, agora transferiram o título ao atual prefeito, Samuel Carvalho.

A distribuição indiscriminada de cargos comissionados, com gratificações que ultrapassam 100%, secretarias fechadas onde os próprios secretários indicam quem bem entendem, aluguéis de imóveis por valores exorbitantes e contratos considerados desnecessários e com valores exorbitantes fazem com que Fábio Henrique, Padre Inaldo e Samuel Carvalho passem a ser conhecidos, em Nossa Senhora do Socorro/SE, como os verdadeiros representantes do “PAITROCÍNIO” — um sistema que privilegia aliados e amigos em detrimento do interesse público.

SALÁRIO DO PREFEITO DE NOSSA SENHORA DO SOCORRO/SE SEMPRE FOI ALTÍISSIMO

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