
A Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Socorro/SE, sob a gestão do prefeito Samuel Carvalho, ainda não divulgou o valor do cachê pago ao cantor sergipano Natanzinho Lima, que se apresentou no dia 28 de junho de 2025 na Arena Siri, durante os festejos do Forró Siri. A ausência do contrato no Portal da Transparência tem gerado dúvidas e questionamentos por parte da população e de cidadãos atentos à boa aplicação dos recursos públicos.
QUANTO SERÁ QUE CUSTOU O SHOW DE NATANZINHO LIMA NO FORRÓ SIRI ?
Apesar de inúmeras buscas realizadas nos sistemas oficiais, até o momento não há qualquer documento público que detalhe o valor pago ao artista ou as condições contratuais firmadas entre a gestão municipal e o cantor.

A omissão preocupa especialmente diante do cenário econômico relatado pelo próprio prefeito, que afirmou em entrevistas ter recebido o município com um déficit de R$ 800 milhões.
Ainda assim, a atual administração tem mantido um ritmo intenso de despesas com eventos festivos. O Forró Siri 2025, um dos maiores eventos juninos da região, teve um custo estimado superior a R$ 20 milhões, considerando atrações musicais, estrutura de palco, iluminação, decoração, segurança privada e serviços de bombeiro civil.
Além disso, durante as comemorações da emancipação política do município, no dia 07 de julho, foram gastos aproximadamente R$ 740.000,00( SETECENTOS E QUARENTA MIL REAIS) somente com atrações artísticas. Confira a distribuição dos valores:
- Banda Manancial – R$ 90.000,00
- Cantor Marcos Simões – R$ 40.000,00
- Cantor Samuel Messias – R$ 110.000,00
- Cantora Adriana Arydes- R$ 110.000,00
- Cantora Isadora Pompeo: R$ 250.000,00
- Cantor Wiliam Sanfona : R$ 80.000,00
- Cantor Ygor Ranieri : R$ 60.000,00
Embora as festas juninas façam parte da identidade cultural da cidade e tenham importância econômica e social, o alto custo com contratações artísticas de grande valor, somado à falta de transparência em determinados contratos, causa indignação, principalmente diante das deficiências visíveis nos serviços públicos de saúde, transporte e infraestrutura.
A gestão pública deve prezar pela clareza e legalidade nos atos administrativos. O silêncio da Prefeitura de Socorro, nesse caso, apenas reforça a sensação de desrespeito com o dinheiro do contribuinte e o direito à informação.
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