
Eleito com um discurso pautado na mudança, inovação administrativa, respeito ao dinheiro público e valorização da população, o prefeito de Nossa Senhora do Socorro/SE, Samuel Carvalho, chegou ao comando do Executivo municipal cercado de expectativas. No entanto, passados 12(DOZE) meses de gestão, parte significativa da população socorrense avalia que as promessas feitas durante a campanha eleitoral não se concretizaram na prática.
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Segundo críticas feitas por setores da oposição, imprensa local e usuários das redes sociais, a administração atual tem reproduzido práticas já conhecidas em gestões anteriores, especialmente no que diz respeito à condução política e administrativa do município.
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Entre os principais pontos levantados estão:
- O salário do prefeito, fixado em R$ 44.000,00, figurando entre os mais altos do país e equiparado ao do governador do Estado de Sergipe;
- O aumento das taxas das bancas de feiras, que passaram de R$ 18,00 para R$ 25,00;
- A criação de mais 10 secretarias municipais, medida apontada por críticos como forma de acomodar aliados políticos;
- A manutenção de pessoas ligadas ao grupo político do ex-prefeito Padre Inaldo em diversas secretarias;
- A continuidade de práticas administrativas semelhantes às da gestão anterior;
- A interdição de sete cemitérios municipais e a formalização de contrato de prestação de serviços com o Cemitério La Pace;
- O aumento do número de cargos comissionados, alguns com gratificações superiores a 100%;
- Denúncias de emprego de familiares, parentes da esposa do prefeito e aliados políticos;
- Contratos de prestação de serviços com valores considerados elevados, que, segundo críticos, poderiam ser evitados;
- Falta de medicamentos nos postos de saúde, dificuldades na marcação de exames e ausência de projetos estruturantes na área da saúde;
- Contratações temporárias por meio de empresas terceirizadas, como MASTERSEV e PREMIUM;
- Aluguéis de prédios considerados desnecessários pela população;
- Retirada dos comerciantes da praça do Conjunto Albano Franco, onde foi construído o Campo Society, contrariando a promessa feita durante a campanha de que não iria mexer com esses comerciantes.
Além das críticas administrativas, outro ponto que tem gerado forte repercussão é a acusação de perseguição política e funcional. Servidores públicos e professores afirmam estar sofrendo retaliações.
A classe dos professores é citada como uma das mais afetadas. A categoria reclama que o prefeito não concedeu o reajuste anual do piso salarial e ainda promoveu a retirada de direitos históricos, por meio da Lei nº 161/2025, posteriormente anulada pela Justiça.
Casos específicos também ganharam destaque nas redes sociais. Um deles envolve a secretária-adjunta Juliete, que, segundo comentários divulgados online, teria sofrido perseguição após declarar apoio a um possível candidato a deputado estadual.

Outro episódio citado é o do guarda municipal Alax, que teria recorrido ao Judiciário para buscar reparação diante de atos administrativos praticados, segundo ele, em seu desfavor.
Para parte da população, chama atenção o fato de o prefeito Samuel Carvalho ser formado em Direito e também pastor, o que, na visão de críticos, deveria refletir maior zelo legal, administrativo e humano em sua condução à frente do município.

Diante desse cenário, cresce o sentimento de frustração entre eleitores que acreditaram no projeto de mudança apresentado durante a campanha. Para muitos socorrenses, a resposta a essa gestão poderá vir nas próximas eleições, com reflexos diretos no pleito municipal de 2028, quando a população terá a oportunidade de avaliar, nas urnas, se o governo representou de fato a mudança prometida ou se ficou marcado pela perseguição e pela continuidade de velhas práticas políticas.
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